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Israel condena depredação de sinagogas em Gaza
Jerusalém -
O chefe da diplomacia israelense, Sylvan Shalom, classificou como "ato de barbárie" a destruição e os incêndios causados por palestinos nas sinagogas das antigas colônias judaicas da Faixa de Gaza, abandonadas por Israel depois da retirada do território. "Trata-se de um ato bárbaro cometido por pessoas que não têm qualquer respeito pelos lugares santos", afirmou o ministro à rádio pública. O presidente israelense Moshe Katzav também classificou o fato como um "ato de vandalismo, desumano e incivilizado". A polícia israelense reforçou a vigilância perto das mesquitas em Israel e, em particular, em Jerusalém, por temor de atos de vingança por parte de judeus de extrema-direita, informou a rádio pública. Palestinos incendiaram as sinagogas de Morag e Netzarim, e saquearam a de Kfar Darom. Shalom havia pedido no domingo ao secretário-geral da ONU, Kofi Annan, que interviesse para assegurar a proteção das 24 sinagogas abandonadas na Faixa de Gaza. A Autoridade Nacional Palestina (ANP) protestou contra a recusa de Israel em demolir as sinagogas das colônias desmanteladas, acusando o governo israelense de tentar tirar partido político da destruição e do vandalismo contra os locais sagrados, que era previsível. A ANP pretende demolir os templos. AFP
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